Nos da Dica para emagrecer presenteamos nossos visitantes com essa classificação a qual nos permite avaliar o teor de propriedades que a comida contida no prato pode-nos proporcionar.
Olhando os artigos anteriores do Dica para emagrecer podemos ver claramente que a quantidade de coisas que temos que comer é simplesmente fantástica, restando agora saber escolher, ser selectivo e rotativo para não repetir tão cedo cada prato.
Você tem opções de sobra para dar uma reviravolta na sua alimentação, porém, não esqueça que toda a mudança requer adaptação e persistência. Tenha certeza que você irá deleitar-se com a quantidade de sensações produzidas por cada um desses alimentos.
Alguns foram citados só para titulo de existência, mesmo sem fazerem parte do sistema alimentar que propomos aqui. A primeira classificação dar-nos o reino das espécies e portanto, mostra-nos uma ascendência que vai do reino mineral ao reino animal.
Observa-se contudo que, quanto mais próximos estiverem os reinos anteriores do nosso reino, menos devemos comer as espécies de alimentos que neles se encontram, sendo que nesse caso o mais próximo do reino hominal é o animal.
Os malefícios provocados pela ingestão de alimentos animais, sejam carnes, leites
a ovos, são demasiados e tem vindo a consumir pouco a pouco a saúde do homem. Parece que por estarem mais próximos da escala de evolução dos seres humanos, ocasionam uma espécie de retorno kármico, por impedirmos que o animal tenha a liberdade de evoluir no seu tempo de vida natural.
A esse nível, também poderíamos e deveríamos fazê-lo, em relação aos vegetais, embora saibamos que em termos de evolução, eles estejam a milhões de anos de distância da nossa, daí o facto de ser já uma alimentação mais saudável. Pense agora na distância do reino mineral, que é muito mais inferior ainda. Esse proporciona-nos óptimos nutrientes, como é o caso dos sais minerais, essenciais para a nossa saúde.
Retornando ao reino dos vegetais, podemos encontrar nele um sistema perfeito organizado para nos proporcionar saúde e muito prazer. Nas frutas encontramos tudo aquilo que precisamos e não temos dificuldades para consegui-las, prepará-las e ingerilas.
Alimentando-nos dessa espécie do reino dos vegetais, estamos contribuindo para a perpetuação da flora. Quando comemos uma fruta, basta jogarmos os seus caroços na terra para nascer uma nova planta.
Estamos livres de qualquer envolvimento com ação de morte para nos alimentarmos. Em contrapartida, a natureza não nos cobra nada em troca, pois aquilo que estamos comendo foi produzido e oferecido por ela para o nosso sustento e animação. Vale salientar que o sistema frugivorista encontra-se no final do gráfico dos sistemas alimentares e, portanto, é necessário uma progressão nos sistemas para chegar até ele sem violentar o corpo.
É muito comum ouvirmos da maioria das pessoas as palavras de que viveriam facilmente alimentando-se só com frutas. Isso prova, já de início, uma predisposição natural para esse nobre e benéfico sistema.
O homem continua e continuará a fundamentar a teoria de que precisa alimentar-se com alimentos de origem animal. Nós não nos esqueçamos, e para isto é necessário não só abrir os olhos, mas principalmente a consciência, do grande interesse económico-sócio-cultural que existe por detrás da grande cortina da ilusão. Económico, porque os grandes empresários das indústrias de carnes necessitam ganhar mais dinheiro e farão tudo para defender os seus investimentos.
Recordemos o "incidente" das vacas loucas que desgraçou a vida de muitas pessoas e continuará fazendo, até que o homem ganhe a consciência da sua real natureza. Social, porque as mesas das grandes famílias estão repletas de carnes e não comê-las significa estar fora do contexto. É terrível a exigência que nos fazem quando deixamos de comer carnes. As pessoas sentem-se agredidas e nos agridem.
Os restaurantes não sabem receber um vegetariano e os metres mandamnos ir embora quando têm as cozinhas abarrotadas de legumes.
Simplesmente, eles não conseguem sair e pensar fora da egrégora para perceberem outra visão da forma de se alimentar. Devido à herança cultural inconsciente dos nossos antepassados, que desconheciam a verdade sobre a mecânica digestiva do homem, bem como a problemática decorrente do consumo dos produtos animais na saúde humana. É de lamentar que devido a um progresso tão defendido pelo homem moderno, ainda tenhamos que admitir esta farsa perversa e intencional de provar nos laboratórios científicos que o homem necessita, organicamente, comer degetos de animais mortos.
Porque não dizer simplesmente que gosta de comer, mesmo sabendo que não necessita? Porque não reconhecer, tal com o fazemos com o consumo de bebidas alcoólicas que embora tendo certeza dos malefícios, administramos em nossas vidas pela liberdade que possuímos? Na realidade há por trás muita perversão da parte dos que estudam, pois mesmo sabendo que é perfeitamente saudável uma alimentação sem carnes, preferem discordar para seguir a favor dos interesses já citados e da dependência orgânica que já foi criada pela cultura. Vamos acordar e desta vez pela nossa própria consciência e vivência prática.
Basta que passemos alguns meses sem consumir animais mortos e veremos que, organicamente, estaremos equilibrados e ainda com muito mais energia para realizar a nossa vida.
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