domingo, 5 de setembro de 2010

Tipos de Sal

Uma coisa o dica para emagrecer pode falar todo sal é salgado “Brincadeira” mas é verdade.

Pergunta: Quantos tipos de Sal existe?

R: Varios ou melhor muitos tipos e variações de sal, mas vamos aceguir falar de alguns não vou falar que são os melhores mas são os que vejo com mais facilidade no mercado.

O sal funciona como um up grade do paladar. É talvez o tempero mais utilizado em
todo o mundo mas, por outro lado é o mais prejudicial à saúde humana. Retirá-lo da alimentação é um problema e os que o fazem geralmente é porque o seu consumo diário é além da suposta cota de que necessitamos.

Em verdade, não é necessário consumi-lo, pois as cotas diárias são supridas pelos alimentos de modo geral.

O sal produz muitas doenças, especialmente no sistema cardiovascular, músculos e articulações. Os rins sofrem bastante com o consumo exagerado de sal. Ideal seria não sentir o seu paladar, embora sabendo que pusemos na comida. Uma forma boa de não ingerir demasiado sal é evitar provar os cozinhados, pois caso contrário a língua sempre irá pedir um pouco mais. Uma dieta sem sal produz muita flexibilidade e os órgãos descansam, podendo filtrar com facilidade os líquidos ingeridos.

Sal grosso:
Tem esse nome por ser com partículas grandes, porém já foi refinado. Costuma-se
utilizar para acompanhar as carnes assadas ou os famosos churrascos. Está destituído dos demais sais minerais, tendo assim como única funçao salgar o alimento.

Sal refinado:
Um produto extraído do mar e tratado nos laboratórios onde é branqueado e
destituído dos sais essenciais à saúde. É péssimo para a digestão, pois está desequilibrado. Sua única função é salgar os alimentos.

Sal refinado e iodado:
Este foi produzido nas refinarias, para ser vendido nas regiões onde o mar não existe. Todavia, não se cumpre as regras quando o dinheiro fala mais alto e hoje é normal ver pescadores levando sal iodado para o mar, sem falar das populações das costas que consomem diariamente. São as praias que carecem de iodo e para elas também não seria necessário refinar o sal, retirar inclusivé o iodo para depois acrescentar sinteticamente. Veja no índice o tópico dedicado a criatividades dos senhores doutores engenheiros da alimentação, com o título “o que não se faz por dinheiro”!

Sal integral:
Este é o único que ainda toleramos como alimento, pois, mesmo constituindo excesso, serve como fonte de outros sais, já que não foi processado quimicamente. Antes de comprar, verifique se realmente é integral, pois muita gente confunde sal grosso com sal marinho puro.

O mais seguro é comprá-lo ainda por triturar e em sua casa basta utilizar uma varinha mágica para torná-lo em pó. É importantíssimo reduzir ao máximo o consumo de sal para prever as doenças de natureza cardiovasculares. Qualquer quantidade é prejudicial, pois a natureza dotou os alimentos com as doses certas de sais minerais para o nosso organismo.

Shoyo – molho de soja:
Muito utilizado na culinária japonesa e chinesa. É um produto fermentado, conseguido a partir de soja, feijão e sal integral. Há muitos tipos e o mais aconselhável é o que possui a fórmula mais simples, sendo apenas soja, sal e água, sem conservantes e sem corantes. Antes de comprar, leia o rótulo, pois há muitos tipos que trazem uma quantidade enorme de produtos, inclusive açúcar caramelizado, utilizado para dar uma consistência mais espessa. O shoyo é fino como se fosse água. Tempera muito bem as comidas e é preferível ao sal, pois com a presença da soja fermentada, termina por constituir um alimento saudável.

Missô:
Uma pasta de soja fermentada muito utilizada na cozinha macrobiótica. Também há vários tipos e muitos são misturados com feijão. Uns mais salgados, outros menos e a cor varia muito de marca para marca.

É um bom alimento, mas deve-se comer pouco devido ao sal e por ser demasiado proteico.

Tanto o Shoyo quanto o Missô por algumas pessoas pode não ser classificado como sendo um tipo de Sal mas os mesmos como tem a função de salgar foram adicionados ao corpo do texto por tal função.

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